O diagnóstico das arritmias cardíacas se inicia durante a consulta médica. A partir desta, são realizados exames complementares, como exames laboratoriais, exames de imagem, eletrocardiograma e monitorização
eletrocardiográfica de 24h (holter de 24h) para avaliação das arritmias.
O estudo eletrofisiológico é um procedimento realizado para o diagnóstico definitivo das arritmias cardíacas. É realizado em ambiente hospitalar pelo especialista em arritmias cardíacas – o eletrofisiologista.
Quanto ao tratamento, o médico especialista – eletrofisiologista – determinará qual o mais indicado para o paciente. No entanto, há quatro tipos de tratamentos, de acordo com a arritmia diagnosticada: medicamentos, ablação por cateter, implante de marca-passo e implante de desfibrilador interno.
O Eletrocardiograma também é chamado de ECG ou eletrocardiografia. É um exame que avalia a atividade elétrica do coração por meio de eletrodos fixados na pele. Através desse exame, é possível detectar o ritmo do coração e o número de batimentos por minuto.
É um exame de diagnóstico utilizado para estudar a estrutura do coração. Este exame permite analisar em tempo real a forma como o coração se contrai, como bombeia o sangue e também avaliar as válvulas cardíacas e os vasos sanguíneos (artérias e veias).
É um exame de diagnóstico por imagem que usa um campo magnético para mostrar a região cardíaca de forma clara e precisa. O teste é seguro, não invasivo e indolor. Ele é capaz de registrar imagens anatômicas e do funcionamento do coração sob diversos ângulos.
Este exame permite identificar problemas cardíacos, analisando como o coração do paciente reage ao esforço.
É o exame laboratorial que avalia os elementos figurados do sangue, ou seja, as células sanguíneas. Pela quantidade e qualidade de informações que vai transmitir ao clínico, certamente é o exame mais prescrito pelos médicos. Consiste na avaliação de três componentes: leucócitos, hemácias e plaquetas.
Para identificar alterações na tireóide é necessário fazer o exame de TSH e o T4 livre, os dois são exames de sangue que medem a quantidade de hormônios na corrente sanguínea.
Existem situações que contribuem para o desenvolvimento da placa ateromatosa e suas complicações. São os chamados FATORES DE RISCO.
Eles são objeto da atenção de todos os profissionais de saúde e de políticos conscientes do impacto social e financeiro deste tipo de doença. Vale lembrar que as doenças vinculadas à aterosclerose são a a principal causa de mortalidade no mundo, mais que câncer e muito, muito mais que AIDS.
Infelizmente não existe um quadro clínico, ou um sintoma que seja sempre vinculado a esta doença.
O sintoma típico é forte dor no peito, em aperto, com duração de mais de 30 min., usualmente associada a períodos de maior tensão, ansiedade ou mesmo frio, com irradiação para o braço esquerdo e acompanhado de suores.
Contudo, manifestações como dores nas mandíbulas, desconforto nos braços e até mesmo síncope não são infrequentes.
O fato é que as primeiras horas são as mais perigosas, com maior risco. Portanto, na dúvida, procure imediatamente auxílio.
Não dirija e avise a alguém sobre o que está acontecendo.
O médico, com a ajuda de alguns equipamentos, poderá fazer o diagnóstico preciso e iniciar o tratamento precoce, diminuindo assim o risco desta doença. Metade dos óbitos ocorre na primeira hora.
Se você encontrar alguém desacordado, procure rapidamente atendimento ou alguém com condições de ministrar ressuscitação cardio-pulmonar, manobra fundamental para a manutenção da função do coração.
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